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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Dia 90 - City tour


Monge dando uma de guia
Inicialmente, tinha planejado começar a viagem pelo Vietnã em Hanói e ir descendo até Ho Chi Minh, de onde parte meu voo para o Nepal. Essa opção seria extremamente cansativa, já que da capital vietnamita fica a mais de 1700km ao norte de Ho Chi Minh.


Coincidentemente, Nikolai e eu, ficaremos o mesmo tempo por aqui, então resolvemos agendar um tour pelo rio Mekong juntos, que seria mais divertido, já que ele também está viajando sozinho.

Vista da Bitexo Tower
Fomos fazer um passeio para conhecer um pouco da cidade e suas atrações. Ho Chi Minh é uma cidade bem modesta, com poucos arranha-céus, mas um chama atenção, por despontar no cenário bem plano da cidade, a Bitexo Tower. Como cobram VND200.000, BRL25, para subir na torre, resolvemos ir ao restaurante que fica no 51° andar, de onde já é possível ter uma vista da cidade, que nem pode ser comparada a metrópoles orientais como Tóquio ou Hong Kong, mas tem seu charme.

Frutas exóticas no
mercado
Continuamos andando e fomos parar em uma praça, em frente ao Post Office, onde há uma está tua do ex-presidente Ho Chi Minh, que desde 1975 cedeu seu nome para a cidade, anteriormente chamada de Saigon. Uma cena bem interessante, foi um monge tentando explicar para uma senhora um caminho. Não estava com a minha câmera, mas o celular conseguiu capturar o momento.

Artesanato no mercado

De lá partimos para o mercado Bem Thanh, um daqueles mercados municipais onde é possível encontrar desde souvenires até comidas típicas. Sempre rende boas fotos, compras e uma refeição econômica.
Caminhamos por cerca de 5 horas, voltamos para o hostel e de lá não saí, até o dia seguinte.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Dia 89 - Ho Chi Minh

Caos no trânsito - só estando lá
Combinei previamente com meu motorista de tuk-tuk, do dia anterior, que ele me levaria ao aeroporto, pela manhã. 08:30 em ponto ele chegou e parti rumo ao Vietnam.

Pela primeira vez, estou voando por aqui sem ser pela Air Asia, que é a companhia mais barata do sudeste asiático. Peguei um voo da Cambodia Airlines, que custou USD175, nada barato, mas não queria passar por mais sufocos de ônibus não. Cheguei em Ho Chi Minh City em menos de 1 hora, em um voo super vazio e tranquilo.

Estacionamento
Saindo do aeroporto, peguei o ônibus 152, que me deixou a pouquíssimos quarteirões do meu hostel. Um taxi teria custado USD15, BRL35, e o ônibus custou VND10.000, BRL1,25, uma diferença gritante. Foi uma senhora aventura, porque ninguém nem arranhava inglês e tive que me virar para saber onde descer – tudo certo no final.

Cheguei praticamente junto com um cara que ficaria no mesmo quarto que eu, de Trinidad e Tobago. Nunca tinha conhecido ninguém dessas duas pequenas ilhas ao norte da Venezuela. Ele se chama Nikolai e estuda medicina em Londres, mas estava no Camboja trabalhando voluntariamente em um hospital, por 7 semanas.

Fui dar uma volta pela região e me assustei com o caos reinante. A quantidade de motos aqui é absurda e elas não respeitam as leis, de forma que, enquanto você tenta atravessar a rua, elas vem de todos os lados. 
Comida vendida nas ruas
O macete é atravessar e manter uma velocidade constante, deixando que eles desviem. Uma loucura.

Saí junto com meu novo amigo e fomos em uma rua, muito famosa, onde os backpackers se reúnem, com cerveja baratíssima e comidas bem peculiares. Sentamos no chão, em um bar cheio de turistas, onde conhecemos duas norueguesas. Sentar no chão não é muito confortável, então fomos para um outro bar, com cadeiras de verdade, onde conhecemos um enorme grupo de irlandeses, que estão dando aulas de inglês em Ho Chi Minh.


Assistimos ao jogo do Uruguai e Inglaterra, que acabou 05:00, e todos estavam torcendo contra a Inglaterra – parece que há uma rixa entre os reinos, não muito unidos.
 
 
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