Pages

Ads 468x60px

Mostrando postagens com marcador Amman. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amman. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de agosto de 2014

Dia 163 - Amman

Perna de cordeiro com "vegetais"
Amman é uma cidade interessante. A frota de Mercedes aqui, é a maior que já vi, com carros de todas as eras, desde anos 70 até os últimos modelos. Deve ser uma forma de status, pois os outros carros alemães não são muito populares.

Em várias esquinas é possível ver barracas de sucos naturais e caldo de cana, extremamente populares. O tal “churrasco grego”, kebab, também é muito popular, normalmente feito de carne de cordeiro ou frango. As pessoas por aqui são extremamente carnívoras e são raras refeições que eles não comem carne, só no falafel mesmo.

Tive a experiência de passar na porta de alguns açougues, que são muito limpos, mas um pouco macabros, com vitrines que expõe os restos dos animais, como cabeças e vísceras. Show de horror, mas comparando com os açougues indianos e nepaleses, onde tudo ficava exposto, num calor desgraçado, sem refrigeração, com milhares de moscas por perto, aqui é paraíso.

Uma das coisas que mais me impressiona é como tem pessoas que se parecem, fisicamente, com brasileiros. Vi isso na Índia e agora, aqui. Outro dia vi um cara na rua que parecia tanto, mas tanto com brasileiro, que quase puxei papo com ele.

A parte boa do dia é que o australiano que tinha ido comigo para Petra, voltou para Amman, então ficamos conversando e fomos almoçar em um famoso restaurante, chamado Jerusalem. Comi um cordeiro deliciososo com legumes.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Dia 158 - Três dias, duas maravilhas do mundo

Treasury, Petra
Depois de conhecer o incrivelmente belo Taj Mahal, fui conhecer Petra. Petra é uma famosa cidade da época dos nabatenses, onde as construções foram esculpidas em grandes paredões rochosos. Um espetáculo!

Caminhamos por horas, eu, um americano, um chinês e um australiano/chinês. O sol estava escaldante, então por diversas vezes paramos para descansar e tomar água. Eu estava com meu chapeuzinho horrendo, que vem me acompanhando desde o Peru, quando o comprei, mas, apesar de feio, protege contra o sol na careca.

Ficamos lá por mais de 4 horas, e considero que foi suficiente para um dia. O que mais me impressionou foi o preço para entrar em Petra. Paguei JOD50, Cerca de BRL170, só de entrada! Nunca vi a entrada para uma atração ser tão cara, mas valeu a pena e eu pagaria de novo.
Saímos de lá e o motorista estava nos esperando, com o ar condicionado do carro ligado. Um luxo! Pagamos JOD30, BRL100, cada um, pelo motorista, mas seria a maneira mais fácil de chegar e sair de lá.


Depois de 3 horas de viagem, chegamos de volta ao nosso hotel, uma viagem tranquila, segura e sem nenhum contratempo, exatamente o que eu estava precisando, pós Nepal e Índia.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Dia 157 - Jordânia, um país civilizado

Bilhete para a liberdade
Cheguei ao aeroporto por volta das 04:05, precisamente com duas horas de antecedência, um alívio, pois, por alguns momentos, tive medo de não conseguir chegar a tempo.

Fiz o checkin tranquilamente e pedi um assento na janela, para que eu pudesse dormir, por motivos óbvios. A infeliz me deu um assento na poltrona do meio, em frente à saída de emergência, então, a poltrona sequer reclinava. Quando me entregaram um papel com pesquisa de satisfação, contei o tanto que a mulher do checkin foi cretina, já que vi vários outros assentos disponíveis.
Enquanto estava no aeroporto, comecei a refletir... “Quando será que estarei em um local onde as pessoas não tem barbas enormes, bigodes esquisitos, turbantes, burcas, véus? Cadê a calça jeans e camiseta branca, meudeusdocéu?”

O voo durou cerca de 5:30 horas e foi bem tranquilo, mas não consegui dormir nada. Acabei assistindo ao filme Rio 2, que me deixou com saudades do Brasil, apesar da sua visão bem clichê das coisas, mas ajudou a me distrair, enquanto estava naquela pavorosa caixa de metal voadora.
O aeroporto é impecável e bem moderno. O visto para Brasileiros entrarem na Jordânia é emitido no próprio aeroporto, no valor de JOD40, BRL130. Tudo bem tranquilo e eficiente.
Peguei um ônibus que me deixaria no centro da cidade por JOD3,45, BRL12, e no caminho já percebi a civilidade, começando que aqui se dirige do lado correto da estrada. Depois de meses vendo o tráfego do lado esquerdo, o errado, finalmente chego a um país que se dirige normalmente – até achei estranho.

O transito é bem civilizado, sem tuktuks, carros de boi, bicicletas e buzinas. As pessoas são educadas e não ficam tentando tirar proveito de todas as situações. Senti que chegava a um lugar mais tranquilo, onde teria sossego, após o que vivi nos últimos tempos.

Cheguei no hotel, comi uma salada e dormi por umas duas horas, que me deram um gás para terminar o dia. Dei uma volta pelos arredores do hotel, e gostei do que vi.

Conheci um pessoal e combinamos de ir a Petra, juntos, na terça-feira. Jantei um arroz com frango, já que não tinha a menor vontade de comer qualquer coisa e desmaiei na cama, tentando recuperar o sono perdido.
 
 
Blogger Templates